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Mensagem de boas-vindas.

Mensagem de boas-vindas. A Seção Campinas é fruto de muito trabalho, criada em 2015 com o objetivo de trazer o Conselho Internacional da Dança (Unesco) para perto dos seus membros no Brasil. Sabemos o quanto nossos membros são talentosos e do quanto trabalham em prol da dança.  E por este motivo estamos renovando nosso escopo e nosso sonho de frazer com que nossa arte seja respeitada e reconhecida com profissionalidade e sem qualquer discriminação entre si.  Assim sendo, seguimos as diretrizes do Conselho Internacional de Dança:   Não expressa preferência por nenhuma organização de dança em particular, seja:  escola, companhia, festival ou outra instituição e é independente de qualquer governo, ideologia política ou interesse económico.  Não adota práticas discriminatórias, refletindo os princípios das Nações Unidas e da UNESCO, sem considerações de raça, género, religião, afiliação política ou status social. O CID trata todas as f...

DIRETORIA.

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DIRETORIA Hellen Labrinos Vlattas, advogada, brasileira, residente na Grécia, membro do Conselho de Dança Internacional, fundadora e presidente da Seção do CID Unesco em seu país, estudante do curso do Curso de Técnicas Aplicadas a Dança IEK, Editora em conjunto da  revista Tribalizando, dedicada ao estilo tribal. Estudante do curso de pesquisas em dança grega antiga  do  Teatro Dora Stratou (Caryatids).Começou seus estudos em dança oriental e tribal no Brasil e continuou os cursos com os melhores profissionais em Atenas onde deu início ao seu amor por danças étnicas e seus estilos para palco, bem como pelo desenvolvimento Tribal Brasil  (estilo que agrega ao fusion um toque da cultura brasileira afro ou folclórica ) da qual é formada pelo Studio Kilma Farias (Brasil 2016-2017).  E do estilo e cultura cigana dos Balcãs da qual é pesquisadora, admiradora e professora. Participando de festivais e competições nas áreas oriental, cigano e tribal...

TSIFTETELI NO COPO

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        A primeira vez que vi o tsifteteli no copo, senti uma grande emoção, um verdadeiro momento de beleza, graciosidade e equilibrio.  A apresentação da Amira Balkas com suas alunas, me tocaram o coração e eu decididamente precisava aprender e levar todo esse conhecimento para o Brasil.        O Tsifteteli no copo foi trazido para Ellada ( GRÉCIA) pela grande bailarina Rhea Deanna, ( uma das grandes alunas de Jamila Salimpour e ex- integrante da Troupe Bal Anat) com seu estilo irreverente, Rhea, trouxe para Athenas várias perfomaces, uma delas era dançar em cima do copo, utilizando outros ritmos orientais.    Amira Balkas, foi a primeira a experimentar o ritmo tsifteteli no copo, dando um toque especialmente grego, com músicas reconhecidas e admiradas pelo público. Dançar no copo, não é difícil, é especial!  E eu tive a honra e a autorização de levar o método para o Brasil, sendo a primeira a ensinar e dança...

Dark Fusion na Morada dos Mortos

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Dark Fusion na Morada dos Mortos   A pesquisa foi feita pela bailarina de dança do ventre e dança tribal Bárbara Suênia, com o intuito de incrementar mais conhecimento ao ramo da arte cênica, tanto para bailarinas da ramificação tribal – dark fusão, como também, para fornecer e fortalecer o elo dança e estudo por pesquisa, usando a observação e a entrevista com pessoas que vivem e ou viveram a experiência da cultura. Desejamos a todos e a todas, uma boa leitura. O Dark Fusion possui uma peculiaridade bem mais subjetiva, a bailarina que se afina com esta ramificação do tribal, busca por lugares de atmosfera baixa, em outras palavras, lugares onde há um silêncio ensurdecedor, paz momentânea longe da realidade caótica e psicodélica da cidade. A dança no cemitério como na maioria dos lugares de ordem pública, segue alguns parâmetros, tais como, uma breve entrevista, documentação de algum órgão municipal ou estadual, para poder ter acesso a documentos ou a...

Danço, logo existo...e sou feliz!

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Danço, logo existo...e sou feliz! "Quem dança é mais feliz." É clichê, mas podem apostar: é verdade! E a fim de consagrar esse sentimento de intensa felicidade, a dança vem promovendo algo de muito especial, fazendo a diferença na vida de muitas pessoas: a inclusão social.  Inegavelmente, a cada dia mais, a dança é procurada não só como uma atividade física, mas como agente de integração de algumas pessoas à sociedade. Todas as faixas etárias, biotipos, classes sociais se reúnem no mesmo ambiente, a fim de buscar na dança também uma terapia.  Há tempos, a Ciência já provou que alguns passinhos pra lá e outros pra cá causam a sensação de bem estar através dos hormônios endorfina, dopomina e serotonina, que nos levam à sensação de felicidade e prazer. E como todas as coisas da vida que nos elevam a alma, a autoestima e contribuem para nosso sorriso, a dança tem o poder de nos estimular a buscá-la mais e mais. Dançar é libertar-se, é vencer medos e desafios, tra...

Corpos gordos também dançam.

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Corpos gordos também dançam Por Maíra Rosedal O que um corpo gordo é capaz de fazer? É engraçado quando as pessoas se surpreendem quando um corpo gordo faz qualquer movimento mais rápido. Quando este corpo se locomove com a mesma ou mais velocidade que um corpo magro. Os estigmas sociais que este corpo carrega, vem cheias de preconceitos, ironias, punições e covardias… O padrão de beleza não se limita em dizer quem é feio e quem é bonito, mas quem é bom profissional, quem pode ocupar determinadas carreiras, principalmente as que exigem esforço físico. - O corpo gordo é pesado, preguiçoso e lento. Eles dizem. Será? A capacidade corporal, mental, de flexibilidade, de movimentos não se restringem à um estereótipo.  A capacidade corporal é individual. Isto quer dizer que independente de você ser gordo, magro, alto ou baixo, você poderá ter a mesma ou maior capacidade que um biotipo oposto ao seu. Essa capacidade, é a sua identidade e muitas vezes vem de u...